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Poli 100 Anos
Cronologia PDF Imprimir E-mail
QUI, 23 de Fevereiro de 2012 18:20

Abril-1911

Publicação no DOU a Lei 8.659 de 05 de abril de 1911 – Conhecida como Lei Rivadávia – Lei de Reforma do Ensino Superior


Agosto-1911 

Primeira reunião para fundação da Escola Politécnica no Colégio Alemão situado na Estrada de Ponte D’Uchoa, 49.


Março-1912

Aos 06 dias do mês de março de 1912 foi realizada a cerimônia de instalação da Escola Politécnica de Pernambuco.

 

Dezembro-1912

Aos 29 dias do mês de dezembro de 1912 o Jornal “Pernambuco” anuncia que a Escola Politécnica de Pernambuco será inaugurada em 1-1-1913.

 

Janeiro-1913

Aula inaugural da Escola Politécnica de Pernambuco, no dia primeiro de janeiro de 1913 às 13:00H, no Colégio Alemão situado na Estrada de Ponte d’Uchoa, 49.

 

Janeiro-1913

A Escola Politécnica de Pernambuco foi registrada no Primeiro Cartório de Registros e Títulos de Documentos Particulares do Recife, como uma sociedade civil, com personalidade jurídica sob o nº 53, no Livro 01 na data de 8 de janeiro de 1913.

 

Março-1913

Aprovação do 1º Estatuto em primeiro de março de 1913.

 

Junho-1913

Em meados do ano de 1913 a Escola Politécnica de Pernambuco deixa o Colégio Alemão e transfere as suas aulas teóricas para o Gymnasio Pernambucano e as práticas para a Rua do Hospício nº 61.

 

Junho-1914

Em meados do ano de 1914 a Escola Politécnica de Pernambuco transfere-se para o casarão da Rua Gervásio Pires, esquina com a Rua da Intendência, hoje Rua Manoel Borba.

 

Outubro-1937

A Escola Politécnica de Pernambuco transfere-se para o casarão da Rua Benfica, ex-residência de Fausto Pinheiro.

 

Setembro-1944

Aos 20 dias do mês de setembro de 1944, no Segundo Tabelionato do Dr. José Campelo, situado a Rua Siqueira Campos, foi lavrada a escritura de compra e venda do prédio da Rua Benfica, 455, na Madalena, bairro de Afogados.

 

Ano de 1942

Foi assinada a primeira versão da LDB - Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional. Esta Lei foi incluída na Constituição Federal de 1947.

 

Janeiro-1952

Ao primeiro dia do mês de janeiro de 1952 a Escola Politécnica de Pernambuco é agregada a Universidade Católica de Pernambuco. O reconhecimento oficial se deu em 10 de fevereiro de1953.

 

Junho-1953 

Aos 20 dias do mês de junho de 1953 foi lançada a pedra fundamental do prédio do bloco B.

 

Junho-1958

Aos 12 dias do mês de junho de 1958 é inaugurado o prédio do bloco B.


Março-1962

Aos 6 de março de 1962 foi comemorado o cinqüentenário da Escola Politécnica de Pernambuco.

 

Ano de 1959

Criação do primeiro curso de Pós-graduação, lato sensu, na Escola Politécnica de Pernambuco com o título de Engenharia Rodo - Ferroviária.

 

Março-1966

Aos 22 dias mês de março do ano de 1966, instalou-se a Fundação de Ensino Superior de Pernambuco – FESP. Iniciam-se os contatos com o Presidente da FESP, Professor Álvaro Vieira de Melo, com vistas a agregar a Escola Politécnica de Pernambuco a FESP.

 

Junho-1966

Aos 13 dias do mês de junho de 1966 a Congregação da Escola Politécnica de Pernambuco aprova a vinculação da Escola a FESP.

 

Outubro-1966

É lançada a pedra fundamental do bloco C.

 

Ano de 1974

É lançada a pedra fundamental do bloco D.

 

Ano de 1975

A  Escola Politécnica de Pernambuco sofre enormes perdas com a maior inundação de sua história.

 

Março-1984

Cria-se o plano diretor para a construção dos blocos: E, F, G, H, I, J.


Março-1987

Aos 6 dias do mês de março de 1987 houve as comemorações do ano Jubilar - 75 anos de sua fundação.

 

Ano de 1989

Unificação dos Regimentos Internos das entidades que constituem a FESP.

 

Novembro-1990

Aos 29 dias do mês de novembro de 1990 a FESP foi extinta e a Fundação Universidade de Pernambuco - UPE foi criada em processo sucessório pela Lei nº 10.518.

 

Outubro de 2004

Projeto do bloco K (extensão do bloco I).

 
Um Breve histórico PDF Imprimir E-mail
QUI, 23 de Fevereiro de 2012 18:19

A ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO foi criada em 06 de março de 1912, com a publicação, no Diário Oficial, do seu primeiro estatuto, a partir de um sonho acalentado por abnegados educadores, professores do Gymnásio Pernambucano, unidade de ensino médio, a qual, podemos dizer, foi uma entidade madrinha da nova escola de engenharia fundada no Estado.

Hoje, decorridos 100 anos da sua criação, em pleno século XXI (terceiro milênio), vemos a ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO, com a jovialidade e informalidade que é peculiar, crescer e se renovar, com oferecimento de novos cursos, para melhor atender à demanda da sociedade e formar recursos humanos capazes de alavancar o desenvolvimento de nosso Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.

A atuação da POLI no contexto acadêmico sempre foi da busca do melhor para o Estado, bastando citar que o apoio da ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO, que se agregou, em janeiro de 1952, à UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO - UNICAP, propiciou e ajudou o reconhecimento, pelo Ministério da Educação - MEC, daquela que seria a terceira Universidade do nosso Estado. E não parou neste episódio a ação da POLI, pois em 1966, se incorporou à FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE PERNAMBUCO - FESP, e, a partir desta data, participou da luta pela criação da quarta universidade do estado, a UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE, o que ocorreu em 1990, com o seu reconhecimento pelo MEC.

 
Introdução PDF Imprimir E-mail
QUI, 23 de Fevereiro de 2012 18:17

Transcorridos 100 anos de existência da Escola Politécnica de Pernambuco,  fundada em 1912, na vigência da Lei Rivadávia, de liberdade de ensino, ela necessita de um resumo histórico que testemunhe o seu passado.

Constituída sob a forma de sociedade civil, com personalidade jurídica, sendo registrada sob o n°. 53, em 8 de janeiro de 1918, no livro n°. 1, do registro de sociedades civis, no 1o. Cartório de Registro de Títulos e Documentos Particulares, desta capital, tendo como finalidade "desenvolver o ensino das ciências matemáticas, físicas, químicas e naturais e os conhecimentos técnicos indispensáveis à pro­fissão de engenheiro". Para tal objetivo, manteve desde a sua fundação, vários cursos de engenharia, sendo que, inicialmente, os de engenheiro civil, industrial, mecânico e eletricista.

Posteriormente, para melhor atender às necessidades regionais, a sua Congregação procedeu a uma reestruturação nos seus cursos, suspendendo os iniciados e criando os cursos especializados de engenheiro arquiteto, eletricista, geógrafo e de agrimensura.

Regulamentada, porém, a profissão do engenheiro e só sendo possível desde então, o seu exercício pelos diplomados em escolas oficiais ou reconhecidas, teve a Escola que tratar do seu reconhecimento.

Tendo, em 1934, reorganizado o seu curso de engenharia industrial que, posteriormente, pelo decreto federal n°. 17.528 de 28/11/44, foi reconhecido.

Em 1953, restaurou o seu curso de engenharia civil, cujo reconhecimento lhe foi concedido pelo decreto federal n°. 38.187 de 3/11/55, pretendendo instituir, também, o curso de engenharia eletrotécnica, nos moldes da Escola Nacional de Engenharia.

Posteriormente, nos idos de 1966, a Escola Politécnica instituiu os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica (Modalidade Eletrotécnica) e Engenharia Elétrica (Modalidade Eletrônica). Em 1999 foram criados os cursos de Engenharia da Computação, Engenharia Mecânica Mecatrônica, Engenharia Mecânica Industrial e Engenharia Elétrica - Telecomunicações e reformulados os cursos de Engenharia Civil, Engenharia  Elétrica - Eletrotécnica e Engenharia Elétrica – Eletrônica. Em 2004 cria-se o curso de Sistemas da Informação, este no município de Caruaru-PE.

Este projeto visa resgatar essencialmente as datas históricas relevantes, a memória dos professores fundadores, dos professores diretores e dos egressos desta Instituição secular.


 
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